Metaficción historiográfica y género en «Madame Gauguin», de Fietta Jarque
Resumo
La novela histórica Madame Gauguin (2022), de Fietta Jarque (Lima, 1956), se centra en una serie de episodios significativos de las vidas de Aline Gauguin (1825-1867) y su hijo Paul Gauguin (1848-1903). En este artículo se reconocen en ella algunos de los rasgos de la llamada nueva novela histórica o novela posmoderna (Ainsa, 1991; Grützmacher, 2006; Menton, 1993) a partir del vínculo entre la historiografía y la ficción; para ello, se emplean los aportes de Hutcheon (1999) y White (1992, 2003). Se adopta, además, una perspectiva de género para analizar la construcción de la identidad de la protagonista en el marco de la sociedad patriarcal de la época. Por último, se analiza la relación intertextual que la novela establece con El Paraíso en la otra esquina (2003), de Mario Vargas Llosa.
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