La écfrasis en «Historia natural», de José Watanabe, y «Un reloj derramado en el desierto», de Alejandro Susti
Resumo
En este artículo analizamos los poemarios Historia natural, de José Watanabe, y Un reloj derramado en el desierto, de Alejandro Susti, a partir del concepto de écfrasis, que supone un diálogo intertextual entre la pintura y la poesía. Planteamos como hipótesis central que Watanabe y Susti realizan, sobre la base de la écfrasis, la desmitificación de un repertorio de ideas y tradiciones institucionalizadas por las clases dominantes. Ambos autores desarrollan esta desmitificación en función de ciertos campos figurativos, como la metáfora, la metonimia y la antítesis. Para el estudio, empleamos el concepto de desmitificación de Umberto Eco (1985) y la categoría de campos figurativos de Stefano Arduini (2000).
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