Ancestros y erotismo en Octavio Paz: Análisis retórico de dos poemas de Semillas para un himno
Resumo
La obra poética de Octavio Paz fusiona la tradición mesoamericana, anterior a la conquista europea, con la cultura asiática —especialmente india, china y japonesa—. Se trata, por ello, de un aporte valioso para el encuentro de aquellas voces que, a pesar de las distancias continentales, reflejan cierta semejanza en las construcciones mítica y erótica del discurso poético. El autor mexicano supo fundar un universo poético que recogía ambas tradiciones, aunque sin fusionarlas, lo que constituye una aproximación a dos culturas aparentemente disímiles para hallar las fuentes fundacionales de los mundos náhuatl y chino. Para analizar esta propuesta, nos enfocamos, por un lado, en la teoría retórica y discursiva de Arduini con respecto al uso retórico de las figuras literarias tradicionales, y, por otro lado, en la propuesta de Lakoff y Johnson para las metáforas de uso cotidiano.
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