El entrelugar en la literatura latinoamericana: los casos de César Moro y José María Arguedas
Resumo
No hay una identidad cultural, siempre hay identidades culturales que responden a sujetos descentrados que hablan desde diversas posiciones discursivas. El entrelugar es una categoría sustentada por Silviano Santiago con el propósito de plantear que el sujeto no habla desde un locus específico, sino desde diversos lugares. César Moro castellanizó el francés en tanto que José María Arguedas quechuizó el castellano. Sin embargo, ambos evidencian una crítica de la invasión española, cuestionamiento que se da desde diversas perspectivas. Para ello, se hará la comparación entre «Biografía peruana (muralla de seda)» de Moro y algunos pasajes de Los ríos profundos de Arguedas con el fin de plantear el papel que asume el escritor latinoamericano en una sociedad poscolonial como la peruana.
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Copyright (c) 2017 Camilo Rubén Fernández Cozman

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