Animales del aire, de la tierra y del subsuelo en la obra literaria de J.M. Arguedas
Resumo
En este artículo nos proponemos examinar el rol que juegan los animales dentro del universo narrativo en la obra de JMA. ¿Por qué el autor inserta continuamente diversos seres de la naturaleza que concentran una densa carga semántica? Su incorporación no es anodina. Antes bien, poseen una significación y expresan un determinado modo de ver y entender la realidad, el mismo que obedece a los dos sistemas de la cosmovisión andina: al dual, opuesto (hanan-hurin) y complementario (ichoq/allauca); y, al tripartito (hanan pacha/uku pacha/kay pacha). Para el efecto, apelaremos a la noción de “cronotopo histórico andino”, ya que esta categoría teórica, desarrollada por Federico Navarrete, nos permitirá establecer cómo Arguedas va configurando los espacios simbólicos y sociales en su obra.
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Copyright (c) 2011 Manuel Larrú Salazar, Sara Viera Mendoza

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